O Globo Esporte (GE) trouxe a notícia sobre o meia-atacante Yuri de Carvalho, do Goytacaz, que atuou com tornozeleira eletrônica no primeiro jogo da final da Série B2 do Campeonato Carioca. A informação foi repercutida por diversos sites de Campos, destacando a importância do esporte na ressocialização de atletas.
Yuri cumpre pena por tráfico de drogas e representa um exemplo de inclusão social e transformação pessoal por meio do futebol. O clube e a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) acompanham o caso. Em comunicado, a FERJ afirmou: “Com a missão de ir muito além dos gramados, reforçando a busca pela formação de cidadãos antes de atletas, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro entende que a inclusão/ressocialização é função primordial do esporte. Sobre a participação do atleta em uso de tornozeleira eletrônica, equipamento de monitoramento da Justiça, a FERJ buscará informações se há proibição legal do exercício da atividade profissional para não cometer erro de julgamento no caso.”
A presença do jogador simboliza como o futebol pode oferecer caminhos alternativos à criminalidade, promovendo disciplina, companheirismo e superação. A torcida e o Goytacaz veem em Yuri um exemplo de ressocialização bem-sucedida e esperança para futuras iniciativas de inclusão social no esporte.
O segundo jogo da final será no próximo domingo, no Aryzão, em Campos, e a participação de Yuri continua sendo celebrada como uma oportunidade de inspirar atletas e cidadãos, mostrando a força do esporte como ferramenta de reintegração social.
